sábado, 15 de abril de 2017

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Estação Amizade conta as experiências de um adolescente em busca de um amigo desaparecido. Nesse percurso pela cidade onde mora ele relata as transformações que estão acontecendo em sua vida e também na vida de nove colegas de escola. Todos estão envolvidos numa perigosa trama e num segredo nascidos numa estação de trem, que é o ponto de encontro, surpresas e de aprofundamento das relações entre eles. A história também revela os conflitos desses jovens, todos ligados direta ou indiretamente ao suicídio. Apesar dos obstáculos e dificuldades, a amizade entre eles vai ser o ponto-chave dessa trama e também a perspectiva de uma nova proposta de vida.


POR QUE OS JOVENS ESTÃO SE MATANDO

Além do conflito de gerações, atualmente os jovens do mundo inteiro são gravemente atingidos por diversos problemas emocionais que antes só atingiam os adultos. Ansiedade, depressão, bullying, questões sexuais e muitos outros conflitos de relacionamento têm provocado intenso sofrimento e o suicídio de crianças e adolescentes. Dos 850 mil suicídios ocorrido por ano no mundo, pelo menos 8,5% são de crianças e jovens que não conseguem ajuda para lidar com suas dificuldades. Os dados são da Organização Mundial de Saude-OMS.

Este livro trata da experiência de crianças, adolescente e adultos com o grave tema do suicídio. São as três fases da vida humana e cada uma delas com suas peculiaridades: crianças aprendendo com as fantasias; adolescentes com a ilusão e os adultos, quase sempre, com a desilusão. E ainda, aqueles mais velhos, que aprendem sabiamente com a resignação (o saber esperar e escolher momento mais propício para agir).

Crianças e adolescentes constroem suas existências baseadas no comportamento dos adultos. É com adultos que eles aprendem a fazer suas escolhas e a tomar suas decisões. Porém, vivemos uma época na qual todos as questões e conflitos humanos, antes escondidos, vieram à tona. A época dos segredos, das dissimulações e das subjetividades foi assaltada pela era da transparência. Não é mais possível esconder nada. Tudo é público e notório. Todas as nossas ações são expostas à céu aberto e seriamente observadas nas redes sociais. É uma nova realidade na qual é necessário ser muito autêntico para sobreviver. Todas as nossas formas de crer e de agir por meio de máscaras, aparências e explicações racionais, não servem mais, pois logo somos denunciados. 

Somando a isso, temos uma sociedade altamente tecnológica e competitiva, que reduziu muito a nossa estabilidade e zonas de conforto. Tudo é muito solto e efêmero: as empresas, os empregos, as relações sociais e afetivas, e sobretudo as certezas. Esse afrouxamento e relativização das regras e valores nos deixa confusos e perdidos diante dos novos desafios. 

Ansiedade, pânico, depressão e finalmente o suicídio tem sido a resposta humana dos que não se adaptam a esse novo mundo externo que nos empurra para as tormentas íntimas do mundo interno. É preciso, então, acertar os relógios atrasados e encontrar um Norte para essa bússola confusa e desorientada. 








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